
A corrida vem atraindo muitas pessoas que querem ganhar um estilo de vida mais saudável, queimar gordura e, por que não, disputar um lugar no pódio numa tão sonhada prova de 42 km.
A grande verdade é que quando uma pessoa decide correr uma maratona, ela decide, antes de qualquer coisa, ter um estilo de vida melhor. A alimentação tem que ser mais controlada e o sono deve ser de qualidade, tudo isso para conseguir fazer uma boa prova.
Portanto, se você é um daqueles corredores amantes das provas de rua, que invariavelmente participa de provas de 5, 6 e 10 km e agora está com vontade de encarar um novo desafio, como a maratona mais extensa, mas tem receio sobre os treinos e sobre o dia da corrida, aqui vão algumas dicas para que você evite problemas.
Escolher a prova é o primeiro passo a ser dado. Datas e locais, assim como o clima, devem ser os primeiros fatores a serem considerados. Escolha a data com bastante antecedência e se planeje para fazer provas com distâncias menores. Para isso, diga ao seu técnico quais são seus objetivos, assim certamente ele escolherá a melhor data e prova para você.
O passo seguinte é escolher os materiais que serão utilizados no dia. Tênis e roupas, se vai usar boné ou viseira, squeeze, óculos escuros e géis, além de outros suplementos que serão consumidos no dia.
No dia da prova, por ser sua primeira maratona, você certamente estará ansioso. Procure acordar com pelo menos três horas de antecedência, assim terá tempo suficiente para ir ao banheiro com calma, tomar café e chegar para a largada antes. Você poderá usar esse tempo livre antes da corrida, para alongar e se posicionar o mais na frente possível.
Faça a prova no seu próprio ritmo, aproveitando o momento. Se em algum determinado momento da prova o cansaço falar mais alto, respire fundo e pense em tudo aquilo que fez para chegar onde chegou.
Depois da maratona, seu tênis de corrida com certeza não vai estar no melhor estado, não é? Que tal trazer para a 5àsec fazer esse serviço para você e deixá-lo novinho para as próximas maratonas?
Boa prova!
Por Kethylin Pinheiro